Durante o treino, o beque testou a proteção criada pelo departamento médico. Ele vai pedir para reduzirem a faixa que será colocada em torno da sua cabeça. “É até melhor que diminua, para que os atacantes não olhem e vejam que é ali para bater”, revelou.
Questionado se existe esse tipo de maldade no futebol, de o adversário bater de propósito em uma região machucada, Alex respondeu: “Pode acontecer. Não sei se contra o Grêmio, porque lá estão jogadores bons. Acho que não. Mas às vezes, quando você está em boa fase, pode acontecer de o cara querer te tirar do jogo. Vou me proteger para não levar uma cotovelada ou cabecear a cabeça do atacante.”
Neste sábado, os são-paulinos participaram de um descontraído rachão no CT da Barra Funda. Alex Silva não tocou a bola com a cabeça durante a atividade.
“No treino, você até tira a cabeça da bola. No jogo, com a adrenalina, você coloca. Acho que a primeira cabeçada é que vai me dar confiança para os outros minutos”, apontou o camisa 3.







Um problema antigo, solucionado no início deste ano, está prestes a voltar ao São Paulo. O grupo, novamente, vai ficar órfão de laterais-direitos. Cicinho, hoje titular, tem contrato até 20 de agosto, logo após a final da Libertadores. Se o Tricolor for eliminado, ele já volta para a Roma. A solução segue incerta. O primeiro nome da lista é Ilsinho. O atleta tenta uma liberação do Shakhtar Donetsky para ser repatriado.